CADASTRE-SE

Para professores e coordenadores de cursos de pós-graduação

 

 

Uma vez que todo aluno de curso de pós-graduação Stricto Sensu deve comprovar seu domínio em línguas estrangeiras, é grande a responsabilidade dos cursos no tocante à definição dos critérios adotados. Alguns aspectos principais devem ser levados em consideração:

 

► Qual o perfil linguístico que os alunos devem ter para que tirem o máximo proveito do curso?
 Quais idiomas e quais exames aceitar?
► Qual a pontuação mínima exigida em cada exame de modo a garantir um equilíbrio?
 A certificação será requerida já na inscrição ao processo seletivo ou só depois do ingresso?

 

 

Opções e Coerência

É importante que os editais dos processos seletivos dos cursos de pós-graduação ofereçam opções de exames de proficiência para que o candidato ou aluno escolha o que lhe for mais conveniente, mas é igualmente importante que haja coerência e equilíbrio entre as pontuações requeridas de exames distintos. 

 

Riscos ao Desempenho Acadêmico

Editais com critérios que não foram submetidos a uma reflexão cuidadosa podem trazer dificuldades aos alunos e, consequentemente, também aos cursos. No entanto, situações como as descritas abaixo ainda ocorrem em diversos cursos:

► Requerer pontuações muito baixas ou exames mais simples, oferecidos localmente;
► Aceitar certificados em idiomas que raramente serão utilizados ao longo do curso;
► Permitir que candidatos comprovem sua proficiência só depois do ingresso, na esperança de que os alunos linguisticamente limitados venham a desenvolver uma competência adequada ao longo do curso;
► Transmitir inadvertidamente a ideia de que o domínio de uma língua estrangeira não é tão importante na pós-graduação e não incentivar o futuro aluno a estudar línguas com antecedência. Isso ocorre quando um ou mais dos itens anteriores estão presentes no edital.   

 

Conte com a TESE Prime em caso de dúvidas com relação a critérios linguísticos, características dos exames de proficiência, pontuações, CEFR, etc. Envie sua mensagem para contato@teseprime.org

 

 

 

Por que TESE Prime?

Há no mercado brasileiro diversas opções de exames de proficiência internacionais, mas exames desenvolvidos exclusivamente para a pós-graduação brasileira só os da TESE Prime. Assim, ao receber certificados da TESE Prime você sabe que tem em mãos dados precisos, confiáveis e imparciais

 

Benefícios tanto para os cursos de pós quanto para candidatos e alunos:

► Imparcialidade
► Resultados rápidos
► Padronização do formato
► Várias opções de datas e locais
► Exames coletivos e agendados
► Certificados balizados pelo CEFR (
saiba mais)
 

 

 

O Desafio da Implementação de Exames de Proficiência Desenvolvidos

para a Pós-Graduação

 

Livre Arbítrio
A avaliação da proficiência em línguas estrangeiras integra o processo de seleção para Programas de mestrado e doutorado desde o Parecer nº 977/65 C.E.Su., aprovado em 03/12/65 (www.capes.gov.br). No entanto, o MEC (Ministério da Educação e Cultura) e as agências de fomento à pesquisa não interferem no arbítrio dos cursos quanto aos critérios a ser adotados para a avaliação da proficiência. Não interferem, não regulamentam e também não indicam ou garantem quaisquer instrumentos de avaliação, o que dá liberdade aos Programas para as adequações que contemplem suas especificidades e o perfil desejado de seus alunos.   

    

Exames Internacionais
Até poucos anos atrás, os únicos exames que possuíam trânsito entre diferentes cursos de pós-graduação eram os exames de proficiência internacionais, apesar de muitas vezes esses exames não corresponderem às necessidades específicas dos processos seletivos para ingresso na pós-graduação e por terem um custo elevado para os candidatos. Para fornecer uma opção aos exames internacionais, muitos cursos ainda recorrem a soluções locais, como o uso de professores do próprio curso e o credenciamento de escolas de idiomas para avaliar a proficiência de candidatos e alunos.

 

Exames de Proficiência desenvolvidos no Brasil

Com o objetivo de desenvolver no Brasil exames de proficiência que pudessem ser comuns a diversos programas, de diversas universidades e de diversos estados, foi criada em 2001 a TESE Prime Avaliação em Idiomas, a primeira instituição brasileira devotada exclusivamente ao desenvolvimento e administração de exames de proficiência em idiomas. Seu primeiro fruto, o TEAP (Test of English for Academic Purposes) foi concebido em uma tese de doutorado (saiba mais) e é hoje o exame mais aceito por programas de pós-graduação Stricto Sensu nas universidades brasileiras.

 

TESE Prime: da Pós-Graduação para a Pós-Graduação.